Close Menu
  • Home
  • Garça
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Rede
  • Colunas
  • Contatos
Últimas notícias

Mecânico de Palmital morre esmagado por maquinário em usina de Platina

18 de agosto de 2026

Adolescente de 14 anos é confiscado com 19 pedras de crack durante fuga em Garça

17 de agosto de 2026

Derramamento de carga interdita acesso entre SP-280 e SP-225 em Santa Cruz do Rio Pardo

17 de agosto de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas notícias:
  • Belo Horizonte recebe terceira edição do Torneio de Abertura do NBB
  • Mecânico de Palmital morre esmagado por maquinário em usina de Platina
  • PT vai buscar alianças com o Centrão já no 1º turno, diz Edinho Silva
  • Videogames: Mortal Shell II -Review
  • Adolescente de 14 anos é confiscado com 19 pedras de crack durante fuga em Garça
18 de agosto de 2026
Anuncie conosco!
Tribuna de GarçaTribuna de Garça
Anuncie conosco!
  • Home
  • Garça
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Rede
  • Colunas
  • Contatos
Facebook
Tribuna de GarçaTribuna de Garça

Apib pede ao CNJ apuração sobre afastamento de juiz indígena em SC

10 de agosto de 2026
apib-pede-ao-cnj-apuracao-sobre-afastamento-de-juiz-indigena-em-sc
Apib pede ao CNJ apuração sobre afastamento de juiz indígena em SC
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

BrasilYves Guachala fica afastado e responde a processo que pode resultar na perda do cargo. Entidade aponta provável discriminação NCI/TJSCA Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) pediu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que apure as circunstâncias do afastamento do juiz Yves Luan Carvalho Guachala, de ascendência indígena, lotado no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

Guachala fica afastado das funções e responde a um processo disciplinar no TJSC. O caso envolve 14 condutas atribuídas ao magistrado e pode trazer a punições que vão de advertência à perda do cargo.

No mês de maio, o revelou que, durante a apuração interna, foram registrados depoimentos com referências à ascendência indígena, à aparência e até a hábitos pessoais do juiz. Entre os relatos, aparecem afirmações de que ele teria jeito de “traficante” e “levaria enquadro”, além de críticas ao fato de praticar exercícios físicos em locais públicos utilizando camiseta regata.

No documento enviado ao CNJ, a Apib defende que o magistrado sofreu discriminação por motivo de sua origem e também em razão de decisões tomadas enquanto atuava na comarca de Catanduvas, no interior de Santa Catarina.

do

Para a entidade, comentários sobre a aparência, a origem e a vida pessoal do juiz não têm relação com a análise de seu desempenho profissional.

A planejamento também levanta questionamentos sobre a maneira como os depoimentos foram obtidos. A apuração agrupou relatos sobre comentários que circulavam em Catanduvas.

Yves Luan Carvalho Guachala assumiu a comarca de Catanduvas em 2024. Um ano depois, o tribunal abriu uma apuração sobre sua atuação, com depoimentos de advogados e servidores públicos.

Segundo documentos do procedimento, advogados foram procurados para apresentar informações sobre o magistrado, e chegou a ser criado um formulário para unir reclamações. Os relatos tratavam de diferentes aspectos de seu trabalho, dentre eles decisões criminais, andamento de processos e relacionamento com profissionais que atuavam na comarca.

Em um dos depoimentos, uma advogada criticou decisões de Guachala relacionadas à soltura de suspeitos e, ao mesmo tempo, reclamou da pena aplicada a um cliente condenado por abuso sexual. Durante o relato, também fez referência à origem indígena do magistrado.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil afirma que decisões tomadas por Guachala no exercício do cargo passaram a ser usadas para questionar sua atuação como magistrado.

“Tais decisões, inaceitáveis para setores de uma comarca conservadora, motivaram um conluio explícito para sua remoção, tolerado e estimulado pelo TJSC”, diz o ofício da entidade orientado ao CNJ.

A Apib pede que o Conselho Nacional de Justiça acompanhe o caso, examine possíveis práticas discriminatórias e garanta que testemunhas indicadas através da defesa sejam consideradas no processo.

A entidade também defende que o órgão adote “providências para coibir o uso de corregedorias locais como instrumentos de perseguição etno-ideológica e retaliação pelo estrito cumprimento da jurisprudência das Cortes Superiores”.

Em sua defesa ao TJSC, o juiz afirmou que um dos problemas da correição é que o processo iniciou sem objeto definido, com multiplicidade de assuntos coletados em depoimentos: supostos atrasos ou morosidade do juiz, extinção de ações de baixo valor, soltura de apreendidos ou falta de atenção a advogados.

Procurado através do no mês de maio, o tribunal informou que não comenta processos que tramitam sob sigilo e afirmou que rejeita qualquer forma de discriminação.

Com informações de Metropoles

Continue lendo...

PT vai buscar alianças com o Centrão já no 1º turno, diz Edinho Silva

Policial morre depois de sofrer mal súbito em partida de futebol no Paraná

Homem morre ao cair do 14º caminhar depois de ser torturado e amarrado no PR

CNJ decide manter juiz da recuperação judicial do Grupo João Santos

Em plano, presidenciável do PSTU indica “enfrentar o imperialismo”

AtlasIntel: Luizianne, Cid e Wagner têm empate técnico ao Senado no CE

Últimas notícias

Mecânico de Palmital morre esmagado por maquinário em usina de Platina

18 de agosto de 2026

Adolescente de 14 anos é confiscado com 19 pedras de crack durante fuga em Garça

17 de agosto de 2026

Derramamento de carga interdita acesso entre SP-280 e SP-225 em Santa Cruz do Rio Pardo

17 de agosto de 2026

Depois de mobilização e buscas, “Nenzão” é localizado em área rural de Ipaussu

16 de agosto de 2026
Facebook
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
  • Contatos
2026 Tribuna de Garça - Notícias de Garça-SP e região.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.